II Oficina Linha de Cuidados Transmissíveis

Na II Oficina Linha de Cuidados Transmissíveis, realizada no Centro de Cultura e Ideias da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti, as profissionais de saúde da Linha de Cuidados Transmissíveis – DAPS CAP5.2, Regiane Régis, Monica Guedes e Vanilda Paciência, promoveram uma capacitação para técnicos em enfermagem. O objetivo foi oferecer um treinamento teórico do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL) e um treinamento prático de testes rápidos para Sífilis, HIV, Hepatites B e C. Além disso, foram realizadas ações de acolhimento e rastreio de doenças sexualmente transmissíveis e tuberculose.

Os testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites B e C são uma ferramenta importante na detecção precoce dessas doenças infecciosas. Esses testes fornecem resultados precisos em um curto espaço de tempo, permitindo um diagnóstico rápido e um tratamento adequado.

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum. Se não tratada, pode causar complicações graves, incluindo danos ao sistema nervoso e ao coração. Os testes rápidos para sífilis são feitos com uma pequena amostra de sangue ou fluido corporal e podem fornecer resultados em minutos.

O HIV é um vírus que ataca o sistema imunológico do corpo, causando a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Os testes rápidos de HIV são realizados com uma amostra de sangue ou saliva e podem fornecer resultados em cerca de 20 minutos. É importante lembrar que o teste rápido de HIV detecta apenas a presença de anticorpos contra o vírus e não o próprio vírus. É necessário um teste de confirmação em laboratório para confirmar o resultado do teste rápido.

As hepatites B e C são doenças virais que afetam o fígado. Elas podem ser transmitidas por contato com sangue contaminado, por exemplo, durante o uso de drogas injetáveis ou pelo compartilhamento de objetos pessoais, como lâminas de barbear ou escovas de dente. Os testes rápidos para hepatites B e C são realizados com uma pequena amostra de sangue e podem fornecer resultados em cerca de 20 minutos.

Em geral, os testes rápidos são uma forma acessível e conveniente de detectar precocemente a presença dessas doenças. No entanto, é importante lembrar que um teste negativo não significa que a pessoa esteja livre da infecção. Se houver suspeita de infecção ou se a pessoa estiver em risco de contrair alguma dessas doenças, ela deve procurar um profissional de saúde para aconselhamento e testes adicionais.

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Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

Dia 26/04 Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A data, instituída pela Lei nº 10.439/2002, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença.

Esse tema é tão importante que a Professora de Educação Física Cyntia Francisco do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) e a Enfermeira docente Isis Juliana deram orientações sobre a hipertensão arterial aos alunos do programa academia carioca da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti, as alunas do curso de enfermagem do Colégio Santos Maia realizaram aferição de pressão arterial dos alunos.

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

Participaram as alunas do curso de enfermagem do Colégio Santos Maia, Coroline Costa, Ana Caroline, Suzane Santos, Sarah Cristina, Janielly Queiroz, Carolina Alves e Andreza dos Santos.

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

A hipertensão é caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial, acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio), popularmente conhecida como 14/9 – o primeiro número se refere à pressão máxima ou sistólica, que corresponde à contração do coração; o segundo, à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa.

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A hipertensão arterial pode ser primária, quando geneticamente determinada ou secundária, quando decorrente de outros problemas de saúde, como doenças renais, da tireoide ou das suprarrenais. É fundamental diagnosticar a origem do problema, para que seja introduzido o tratamento adequado.

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Sintomas:

Tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão podem ser os sinais de alerta, entretanto, a hipertensão geralmente é silenciosa, sendo importante medir regularmente a pressão arterial.

Principais causas:

Obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento estão associados ao desenvolvimento da hipertensão. O sobrepeso e a obesidade podem acelerar em até 10 anos o aparecimento da doença. O consumo exagerado de sal, associado a hábitos alimentares não adequados também colaboram para o surgimento da hipertensão.

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Tratamento e cuidados após o diagnóstico:

A hipertensão, na grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, com mudança de hábitos alimentares, redução no consumo de sal, atividade física regular, não fumar, moderar o consumo de álcool, entre outros.

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Complicações:

As principais complicações da hipertensão são derrame cerebral, também conhecido como AVC, infarto agudo do miocárdio e doença renal crônica. Além disso, a hipertensão pode levar a uma hipertrofia do músculo do coração, causando arritmia cardíaca. O tratamento da hipertensão, de forma continua, amplia a qualidade e a expectativa de vida.

Prevenção e controle:

– manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
– não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
– praticar atividade física regular;
– aproveitar momentos de lazer;
– abandonar o fumo;
– moderar o consumo de álcool;
– evitar alimentos gordurosos;
– controlar o diabetes.

 

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Fonte: bvsms.saude.gov.br

 

 

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Formação em Saúde Integral, Reprodutiva e Sexual

No Centro de Culturas e Ideias (CCI) da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti, ocorreu a conclusão da capacitação da Turma 4 da formação em saúde Integral, reprodutiva e sexual com foco na inserção, revisão e remoção de DIU em APS e Maternidades para enfermeiros. A capacitação ministrada por Michele Nadau e Vanessa Henriques contou com a participação de 24 enfermeiros do território da AP5.2 que praticaram o procedimento em macromodelos.

Dispositivo Intrauterino (DIU)

O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um método contraceptivo em forma de pequeno dispositivo, geralmente feito de plástico ou metal, que é inserido no útero da mulher. Ele funciona evitando a gravidez, impedindo a fertilização do óvulo ou o implante do embrião no útero. Existem dois tipos de DIU disponíveis: o de cobre e o hormonal, sendo este último mais comum.

O DIU de cobre, como o próprio nome indica, contém cobre em sua estrutura e é livre de hormônios. Ele pode permanecer no útero por até 10 anos e é eficaz logo após a sua inserção. Já o DIU hormonal contém progestina, um hormônio que é liberado gradualmente no útero. Esse tipo de DIU pode permanecer no útero por até 5 anos e é um método altamente eficaz de contracepção.

O DIU é um método contraceptivo altamente eficaz, com uma taxa de falha muito baixa. No entanto, ele não protege contra doenças sexualmente transmissíveis e pode haver alguns efeitos colaterais, como dor abdominal, sangramento irregular e cólicas menstruais intensas. É importante que a mulher converse com o seu médico antes de decidir usar o DIU e faça exames regulares para garantir que está saudável e que o dispositivo está em posição correta.

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Programa Saúde com Agente

A Preceptora Enfermeira Rachel Casemiro realizou uma atividade presencial e avaliação dos Agentes Comunitários de Saúde das Unidades CMS Vila do Céu, CMS Aguiar Torres e CF Antônio Gonçalves Vila Sobrinho referente aos módulos 14 e 15 do Curso Saúde com Agente da Universidade Federal do Rio grande do Sul (UFRGS), essa avaliação aconteceu nos dias dia 03, 10, 24 de março e 14 de abril no território da área programática 5.2.

Programa Saúde com Agente

Trata-se de um curso de nível Técnico em Agente Comunitário de Saúde que será realizado em modelo híbrido com atividades em Educação a Distância (EAD) e atividades práticas presenciais. Os alunos serão acompanhados nas atividades teóricas por tutores e nas atividades práticas por preceptores.

O que será ensinado:

  • Realizar diagnóstico das condições de vida e saúde da população do seu território de atuação, de forma articulada com profissionais da atenção básica;
  • Desenvolver um trabalho integrado com a vigilância em saúde e a atenção básica no território;
  • Realizações ações de promoção e prevenção à saúde dos indivíduos e das famílias na lógica da vigilância em saúde;
  • Propiciar aprendizagem relativa à coleta e registro de dados relativos às visitas domiciliares referentes às particularidades de grupos específicos.
  • Conhecer as condicionalidades de programas sociais, em parceria com a rede de atenção;
  • Desenvolver ações de planejamento integrado no tocante à promoção, prevenção e controle das doenças e agravos no seu território de atuação.

O Projeto Saúde com Agente é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

Visa formar Agentes Comunitários de Saúde, teórica e tecnicamente, habilitando-os a atuar na identificação, prevenção e controle das doenças e agravos e, aperfeiçoar os processos de trabalho direcionando-os pelos indicadores de saúde integrado a vigilância em saúde.

Visa formar teórica e tecnicamente os Agentes de Combate às Endemias na identificação, prevenção e controle de fatores de risco presentes no território local, sejam eles associados a fatores biológicos, econômicos, culturais, sociais, demográficos e ambientais na identificação precoce de sinais e sintomas de doenças e agravos, com ênfase na promoção da saúde.

A formação é no formato semipresencial, com carga horária de 1.275 horas e duração mínima de 10 meses. A iniciativa visa melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária aos brasileiros. Também reforça a valorização dos Agentes, que desempenham papel relevante como educadores para a cidadania na Saúde, por meio de maior atuação na prevenção e no cuidado das pessoas. O intuito é que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas nas residências e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento.

Saiba mais em:

https://saudecomagente.ufrgs.br/…/acs/

https://www.gov.br/…/programa-saude-com-agente

Formação em Saúde Integral, Reprodutiva e Sexual

No Centro de Culturas e Ideias (CCI) da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti, ocorreu a capacitação da Turma 4 da formação em saúde Integral, reprodutiva e sexual com foco na inserção, revisão e remoção de DIU em APS e Maternidades para enfermeiros. A capacitação ministrada por Michele Nadau e Vanessa Henriques contou com a participação de 24 enfermeiros do território da AP5.2.

Dispositivo Intrauterino (DIU)

O Dispositivo Intrauterino (DIU) é um método contraceptivo em forma de pequeno dispositivo, geralmente feito de plástico ou metal, que é inserido no útero da mulher. Ele funciona evitando a gravidez, impedindo a fertilização do óvulo ou o implante do embrião no útero. Existem dois tipos de DIU disponíveis: o de cobre e o hormonal, sendo este último mais comum.

O DIU de cobre, como o próprio nome indica, contém cobre em sua estrutura e é livre de hormônios. Ele pode permanecer no útero por até 10 anos e é eficaz logo após a sua inserção. Já o DIU hormonal contém progestina, um hormônio que é liberado gradualmente no útero. Esse tipo de DIU pode permanecer no útero por até 5 anos e é um método altamente eficaz de contracepção.

O DIU é um método contraceptivo altamente eficaz, com uma taxa de falha muito baixa. No entanto, ele não protege contra doenças sexualmente transmissíveis e pode haver alguns efeitos colaterais, como dor abdominal, sangramento irregular e cólicas menstruais intensas. É importante que a mulher converse com o seu médico antes de decidir usar o DIU e faça exames regulares para garantir que está saudável e que o dispositivo está em posição correta.

 

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Programa Saúde com Agente – CF Arthur Zanetti

A Preceptora Enfermeira Lídia Cecíclio realizou uma atividade presencial e avaliação dos Agentes Comunitários de Saúde referente aos módulos 14 e 15 do Curso Saúde com Agente da Universidade Federal do Rio grande do Sul (UFRGS), essa avaliação aconteceu no dia 16/03/2023 no território da área programática 5.2.

Programa Saúde com Agente

Trata-se de um curso de nível Técnico em Agente Comunitário de Saúde que será realizado em modelo híbrido com atividades em Educação a Distância (EAD) e atividades práticas presenciais. Os alunos serão acompanhados nas atividades teóricas por tutores e nas atividades práticas por preceptores.

O que será ensinado:

  • Realizar diagnóstico das condições de vida e saúde da população do seu território de atuação, de forma articulada com profissionais da atenção básica;
  • Desenvolver um trabalho integrado com a vigilância em saúde e a atenção básica no território;
  • Realizações ações de promoção e prevenção à saúde dos indivíduos e das famílias na lógica da vigilância em saúde;
  • Propiciar aprendizagem relativa à coleta e registro de dados relativos às visitas domiciliares referentes às particularidades de grupos específicos.
  • Conhecer as condicionalidades de programas sociais, em parceria com a rede de atenção;
  • Desenvolver ações de planejamento integrado no tocante à promoção, prevenção e controle das doenças e agravos no seu território de atuação.

O Projeto Saúde com Agente é uma parceria da UFRGS com Ministério da Saúde e Conasems para oferecimento de Curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde, para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Curso Técnico em Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias, para os Agentes de Combate às Endemias (ACE).

Visa formar Agentes Comunitários de Saúde, teórica e tecnicamente, habilitando-os a atuar na identificação, prevenção e controle das doenças e agravos e, aperfeiçoar os processos de trabalho direcionando-os pelos indicadores de saúde integrado a vigilância em saúde.

Visa formar teórica e tecnicamente os Agentes de Combate às Endemias na identificação, prevenção e controle de fatores de risco presentes no território local, sejam eles associados a fatores biológicos, econômicos, culturais, sociais, demográficos e ambientais na identificação precoce de sinais e sintomas de doenças e agravos, com ênfase na promoção da saúde.

A formação é no formato semipresencial, com carga horária de 1.275 horas e duração mínima de 10 meses. A iniciativa visa melhorar os indicadores de saúde, a qualidade e a resolutividade dos serviços da Atenção Primária aos brasileiros. Também reforça a valorização dos Agentes, que desempenham papel relevante como educadores para a cidadania na Saúde, por meio de maior atuação na prevenção e no cuidado das pessoas. O intuito é que esses profissionais tenham um olhar apurado sobre informações coletadas nas residências e saibam melhor orientar os pacientes que necessitam de atendimento.

Saiba mais em:

https://saudecomagente.ufrgs.br/…/acs/

https://www.gov.br/…/programa-saude-com-agente

Grupo de Artesanato – CF Arthur Zanetti

Todas as segundas na Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti são realizadas o grupo de artesanato, que é composto pelos alunos do programa academia carioca. Os alunos trocam ideias, aprendizados e se auxiliam a desenvolverem as tarefas.

CROCHÊ

O crochê é uma técnica de tecelagem manual que consiste em criar padrões a partir do entrelaçamento de fios com uma agulha especial. Essa técnica surgiu na Europa no século XIX e rapidamente se espalhou pelo mundo, tornando-se uma das formas mais populares de artesanato.

A história do crochê remonta ao século XVII, quando foi desenvolvido o “nó de corrente”, um dos pontos básicos do crochê. Na época, essa técnica era utilizada principalmente para criar rendas e adornos para vestimentas de nobres e clérigos. Com o passar do tempo, o crochê se popularizou entre as classes mais baixas, tornando-se uma forma de arte acessível e popular.

No século XIX, com a Revolução Industrial e a produção em massa de tecidos, o crochê passou a ser menos utilizado como uma forma de criar roupas e mais como um passatempo e forma de arte decorativa. Com a popularização dos padrões de crochê, as pessoas passaram a criar peças para decorar suas casas, como tapetes, cortinas e almofadas.

Hoje em dia, o crochê é uma forma de arte bastante difundida em todo o mundo, com uma grande variedade de padrões e técnicas disponíveis. Além de ser um passatempo relaxante, o crochê também pode ser uma forma de empreendedorismo, com muitas pessoas criando suas próprias peças para vender online ou em feiras de artesanato.

 

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Sala de espera sobre Tuberculose – CF Arthur Zanetti

As agentes comunitárias de saúde Tayanne e Dirce da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti realizaram uma sala de espera sobre Tuberculose com os usuários da unidade.

A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. Essa doença pode afetar diversos órgãos do corpo humano, sendo mais comum nos pulmões.

A transmissão da tuberculose acontece principalmente pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, fala ou espirra, liberando pequenas gotículas que contêm a bactéria no ar. Ao respirar esse ar contaminado, uma pessoa pode se infectar.

Os sintomas da tuberculose incluem tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e fadiga. O diagnóstico é feito através de exames de imagem, como radiografia de tórax, e análise de amostras de escarro.

O tratamento da tuberculose é feito com antibióticos específicos por um período de pelo menos 6 meses. É importante seguir as recomendações médicas durante todo o tratamento para garantir a cura completa da doença.

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Planejamento Reprodutivo – CF Rogério Rocco

As profissionais de saúde da Clínica da Família Rogério Rocco, enfermeira Lídia Cecílio, agentes comunitários de saúde Júlia, Daniele e Adriana realizaram um grupo sobre Planejamento Reprodutivo.

Os participantes receberam orientações sobre os métodos contraceptivos ofertados pelo SUS, sobre a lei do planejamento reprodutivo, orientações sobre laqueadura, vasectomia, DIU e esclarecimento de dúvidas.

 

O que é Planejamento Reprodutivo?

O planejamento reprodutivo chamado também de planejamento familiar, garantido ao usuário do SUS através Lei 9.263/1996, cuida dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos de homens e mulheres adultos, jovens e adolescentes com vida sexual com ou sem parceiros fixos, ofertando métodos contraceptivos eficientes e seguros. Além de contribuir para uma prática sexual mais saudável, o Planejamento possibilita o espaçamento de gravidez e a recuperação do organismo da mulher após o parto e a decisão de homens e mulheres de quando e quantos filhos desejam ter. Todos tem direito ao serviço, independentemente de orientação sexual e identidade de gênero.

 

Qual o principal objetivo do planejamento reprodutivo?

planejamento reprodutivo nos remete aos direitos reprodutivos. Todas as pessoas devem ter direito a fazer sua escolha reprodutiva e de ter acesso a informações qualificadas e seguras, além de ter acesso aos meios e métodos para ter seus objetivos atingidos.

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Capacitação Acesso Mais Seguro

Os apoiadores da CAP 5.2 Sonia Castilho e Luís Tavares realizaram no Centro de Culturas e Ideias (CCI) da Clínica da Família Medalhista Olímpico Arthur Zanetti uma capacitação do protocolo acesso mais seguro para gestores e profissionais das unidades de saúde.

Acesso Mais Seguro

A perspectiva mundial de que dois terços da população viverão em cidades até 2030 pode ocasionar grandes desafios na absorção das pessoas, que, associados a outros fenômenos socioeconômicos, dificultam o desenvolvimento sustentável dessas áreas e podem propulsionar a ocorrência da violência armada.

Essa dinâmica global também pode ser observada no Brasil, o que evidencia a necessidade de adotar abordagens e respostas integradas para reduzir e mitigar as consequências humanitárias advindas desta forma de violência para caminhar rumo a um desenvolvimento sustentável.

Por meio da metodologia Comportamentos Mais Seguros (CMS), o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) busca apoiar instituições públicas que desejam implementar estratégias de gestão de riscos para responder às consequências da violência armada que impactam a prestação de serviços públicos essenciais e dificultam o alcance dos objetivos institucionais.

Saiba mais em: https://www.icrc.org/pt/

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